SER ILUMINADO PARA PODER ANDAR NA LINHA DE FILADÉLFIA

         Louvado seja o Senhor pelo desfrute que Sua rica vida nos proporciona! Nós não fomos até à luz, mas a luz veio até nós. Nós nascemos nas trevas, nascemos cegos, mas o Senhor veio nos iluminar. Não fomos nós que O buscamos; Ele nos veio resgatar. Nós, gentios, éramos o povo que jazia em trevas, mas vimos grande luz. A nós, que vivíamos na região da sombra da morte, resplandeceu-nos a luz. Essa é a luz da vida.
              O homem que vive na tradição sempre quer saber quem está errado. Na verdade, todos nós estamos cegos, apesar de achar que vemos, somos cegos. Podemos dizer que Nicodemos e a mulher samaritana eram cegos no que diz respeito à sua natureza e situação. Como seres humanos caídos, todos somos cegos e estamos nas trevas. O Senhor teve misericórdia de nós e nos veio buscar e trazer luz.
              Quando o homem está nas trevas, não aceita a luz. Talvez nós mesmos possamos falar: “aquela pessoa é cega”, mas nós também éramos cegos. Não sabíamos que éramos cegos até ser iluminados, pois também fomos cegados pelo deus deste século.
Mas aleluia porque hoje temos um tesouro em vasos de barro, e esse tesouro é o próprio Senhor Jesus, que já se tornou o Espírito da realidade. Aleluia! Cristo já está em nosso interior; o Espírito já está em nosso vaso de barro para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Fomos salvos, ganhamos a vida de Deus, entramos no reino e fomos colocados na igreja para vivermos a realidade do reino. Isso é muito prático: hoje já estamos na realidade do reino que é a vida da igreja.
                Além de invocar o nome do Senhor, precisamos da Palavra. Esse é o caminho correto.
Deus levantou Filadélfia que possui o item mais básico: o amor fraternal. Sua base e fundamento é o amor. Se estamos no amor, ele cobre multidão de pecados. Não nos referimos somente ao amor expresso entre

VOCÊ JÁ CHOROU por seu cônjuge?

“Eu acho que não dá para continuarmos mais”. Essas foram as palavras conclusivas que uma esposa disse a um casal de irmãos que procurava ajudá-la em seu casamento em crise.Ela continuou dizendo: “Faz muito tempo que nosso casamento perdeu o frescor, a alegria e o sentido de estarmos juntos. Já conversei com meu esposo explicando que precisamos mudar, já esbravejei um sem-número de vezes dizendo que não é sensato brigar por coisas tão pequenas: pela camisa que não foi passada, pelos objetos que ele procura e que não sei onde estão, pela janela que ficou aberta durante a noite, pelo copo que quebrou e por muitas outras situações de pouca importância. Temos também discutido com tenacidade por razões um pouco mais delicadas: filhos, sexo e administração financeira, mas não vejo que precisamos chegar a gritar um com o outro e depois passar dias a fio sem nos falar. A lista dos motivos que nos têm levado a discutir é imensa. Penso que precisaria de mais de um dia para expô-los.”

Naquele momento tão crítico para aquela esposa desesperada, desolada e com todas as forças exauridas, dissemos: “Você já chorou pela condição de seu casamento, por sua condição e pela condição de seu esposo?”

MUITO BOM






como é bom e agradável que os irmãos vivam em união